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Artigos Gestão & Planejamento

A CONFIANÇA E A ECONOMIA

Publicado em: 1 de Fevereiro de 2019.

Publicado por: Suporte

Tag's: confianca, economia


A Confederação Nacional da Indústria apresentou em janeiro/19 mais um estudo do ICEI – Índice de confiança do empresário industrial. Os dados estão disponíveis em www.portaldaindustria.com.br.

 Antes da crise, em Jan/13 o ICEI era de 56,7. Em Jan/15, onde a crise realmente se mostrou, esse índice caiu para 44,4 e, um ano depois, Jan/16, 35,5. No final de 2016, os especialistas falavam de uma possível recuperação. Era dito que 2017 seria o ano da retomada e, realmente, algo se iniciou. Os dados da economia no final de 2017 eram animadores. Isso, somado à aprovação da reforma da CLT, fez o índice de confiança iniciar 2018 em alta, batendo 59 pontos. Entretanto, a melhor notícia estava para vir: a eleição de um presidente de direita fez o índice decolar em Jan/19. Segundo dados da própria CNI, o valor de 64,7 pontos é o maior valor desde junho de 2010, quando o índice registrou 66 pontos.

Pois bem, o nosso tema de hoje tem a ver com isso: os impactos da confiança na economia. A economia não é, nunca foi e está longe de ser uma ciência exata! Ela é sim, classificada como uma ciência social, justamente por estudar os impactos da produção, distribuição e consumo de bens e serviços na existência humana.

Falar de economia é falar de gente e, um dos fatores que influenciam a atividade econômica é a confiança do empreendedor. Se não há confiança, nasce um círculo vicioso: desconfio, logo não invisto. Se não invisto, não contrato. Não contratando, não há oferta de empregos. Sem mais empregos, menos salários, que, por sua vez, gera a redução da quantidade de dinheiro circulando, com isso, o comércio vende menos, o barbeiro corta menos cabelo... enfim, tudo é reduzido ao mínimo. Agora, se existe a confiança dos empreendedores, ele cria coragem para investir, compra mais e contrata mais. Isso é mais dinheiro circulando e a economia melhora!

Entretanto, não basta o otimismo do empresário, se o consumidor também não confiar mais e for mais otimista. Novamente, voltamos ao início. O comportamento da sociedade também é capaz de aquecer o mercado, à medida que ela se comporta de forma positiva. Como fazer isso? Saindo de casa e consumindo! Mas atenção, tem que ser um consumo coerente com sua renda, pois, do contrário, formaremos uma nova bolha onde o otimismo será maior que o dinheiro em circulação. Tem-se aí, um ingrediente perfeito para gerar uma nova crise!

Bom fim de semana a todos!    

 

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Eduardo Daimond | Daimond Advogados Associados


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